Entraves.
Obstáculos.
Impecilhos.
Armadilhas.
No meio do caminho:
O não saber.
Ei, você:
Destrave, por favor!
terça-feira, 19 de maio de 2009
terça-feira, 28 de abril de 2009
Destino ação.
Distraidamente, sigo pela estrada recolhendo partes de um quebra-cabeça.
São pecinhas miudinhas, e num primeiro momento não consigo identificar quantas s(er)ão...
Algumas parecem tristes, outras alegres, outras confusas, mais algumas inconstantes...
Enfim, são muitas e diversas, mas vão se compondo em um todo que não me é totalmente inteligível.
Mas que também não me é estranho por completo.
Dizem respeito ao que fui e, portanto, ao que sou.
Mudo a estrada e outras pecinhas se recompõem a minha volta.
Enquanto não as toco elas ainda são mutáveis.
Quando as alcanço elas passam a ser os traços de meu caminho trilhado.
São aquilo que fiz.
Resultados de minhas escolhas.
São minhas grandes descobertas por um caminho de múltiplas possibilidades encobertas.
Refletem a construção de um processo contínuo até o último suspiro.
Este advindo da última pecinha encontrada. Até esta, sigo colhendo nesse jardim instável, uma a uma, cada pecinha.
São pecinhas miudinhas, e num primeiro momento não consigo identificar quantas s(er)ão...
Algumas parecem tristes, outras alegres, outras confusas, mais algumas inconstantes...
Enfim, são muitas e diversas, mas vão se compondo em um todo que não me é totalmente inteligível.
Mas que também não me é estranho por completo.
Dizem respeito ao que fui e, portanto, ao que sou.
Mudo a estrada e outras pecinhas se recompõem a minha volta.
Enquanto não as toco elas ainda são mutáveis.
Quando as alcanço elas passam a ser os traços de meu caminho trilhado.
São aquilo que fiz.
Resultados de minhas escolhas.
São minhas grandes descobertas por um caminho de múltiplas possibilidades encobertas.
Refletem a construção de um processo contínuo até o último suspiro.
Este advindo da última pecinha encontrada. Até esta, sigo colhendo nesse jardim instável, uma a uma, cada pecinha.
segunda-feira, 23 de março de 2009
RENÚNCIA.
Desamparo.
Desassossego.
Restos do que fomos.
Por mais que eu fuja disso.
Sempre que te encontro.
O final é abandono.
Sempre se troca aquilo que se pode.
Nunca o que é essencial.
Destroços daquilo que não se acaba.
Mas que também não permitimos que exista.
Desassossego.
Restos do que fomos.
Por mais que eu fuja disso.
Sempre que te encontro.
O final é abandono.
Sempre se troca aquilo que se pode.
Nunca o que é essencial.
Destroços daquilo que não se acaba.
Mas que também não permitimos que exista.
FINAL PREVISTO.
Repetidamente:
Não compreendo.
Não entendo.
Não me conformo.
Mas, logo a seguir, ele me toma de novo.
O desconsolo.
O desabrigo.
O abandono.
Não compreendo.
Não entendo.
Não me conformo.
Mas, logo a seguir, ele me toma de novo.
O desconsolo.
O desabrigo.
O abandono.
De A a Z
Entrave:
Olho pra trás e vejo você.
Olho pra frente e você também está lá.
No tempo de agora, olho pra dentro de mim e adivinhe o que vejo?
(V ^).
Olho pra trás e vejo você.
Olho pra frente e você também está lá.
No tempo de agora, olho pra dentro de mim e adivinhe o que vejo?
(V ^).
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Novo de novo.
Recomeço.
Ponho novamente os pés na estrada.
Outra trilha a desbravar.
Enveredo por um novo caminho.
Que me leva ao eterno recomeço.
Ponho novamente os pés na estrada.
Outra trilha a desbravar.
Enveredo por um novo caminho.
Que me leva ao eterno recomeço.
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